Educação de pessoas com necessidades educacionais especias
Tenho em minha turma neste semestre, uma criança com diagnóstico de espectro autista. É uma criança difícil de se lidar, pois não interage, foge da sala, não se comunica verbalmente mesmo se encontrando com três anos. Precisei revisitar esta interdisciplina a fim de me apropriar mais da teoria para poder entender um pouco o funcionamento do cérebro de uma criança com este espectro e a melhor maneira de poder auxiliá-la a se desenvolver.
Possuímos na escola uma
sala de estimulação que é referência no município, onde crianças com
necessidades educacionais especiais de outras escolas do município tem horário
marcado para estimulação, com professora especialista da escola. Contamos ainda
no município, com um núcleo de apoio às educadoras e pais, o NAPPI, o núcleo de
Apoio e Pesquisa ao Processo de Inclusão (NAPPI) está vinculado à Diretoria
Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação (SMED). É formado por uma equipe
multidisciplinar, tendo seu trabalho pautado na construção de uma Educação
Inclusiva. Atua, ainda, na elaboração e fomento de políticas públicas voltadas
à Inclusão Escolar.
Percebo que as pessoas
com necessidades especiais são vistas e tratadas de maneira bem diferenciada de
como era na antiguidade e idade média. Hoje estas crianças não são mais
abandonadas e escondidas, são levadas para as escolas regulares, sendo que
estas, já contam com salas de recurso e profissionais habilitados. Os pais e
educadores podem contar com o auxílio das APAES, AACDs, entre outros, no
próprio município para atendimento destas crianças e suporte aos professores,
como O NAPPI, em São Leopoldo.
Comentários
Postar um comentário