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Mostrando postagens com o rótulo seminário integrador VI: Ed. de pessoas com necessidades ed. especiais

Crianças com altas habilidades

Trabalhar com crianças com assincronia, após ler o texto, UM OLHAR PARA AS ALTAS HABILIDADES- CONSTRUINDO CAMINHOS, da secretaria de educação de São Paulo, entendi que posso ter classificado um aluno com altas habilidades de forma errada, pensando ser uma criança que apenas "incomoda" e sem concentração. É muito bom que possamos ler mais textos sobre este assunto, a fim de não sermos educadores que tratam e veem todos os alunos da mesma forma. Não vou ser hipócrita ao dizer que devemos abolir os remédios, mas penso que este, deva ser o último recurso a ser utilizado. Um aluno que pergunta e questiona, desacomoda, e é disto que precisamos em sala de aula, então seremos nós, educadores, a diferença para aqueles alunos com uma percepção de realidade diferente.
O texto nos traz de forma clara, que ao longo da história, houve manifestações de opressão sobre os indivíduos de grupos minoritários em situação de vulnerabilidade. Pude conhecer algumas informações como, que na primeira metade do século XX, surgiu um modelo biomédico da deficiência, que interpreta a deficiência como incapacidade a ser superada. Depois o modelo social da deficiência, relacionada a inclusão. E na atualidade é os direitos humanos, para garantir às pessoas com deficiência, seus direitos, sua autonomia e o acesso a prerrogativas sociais. Já o video ressalta algo muito importante, que é ouvir as pessoas que passam pelo preconceito, pois não adianta eu ou tu, que não somos negros, gays ou portadores de deficiência, querermos discutir algo que não possuimos propriedade, temos que ouvir as pessoas que passam por estas situações. Tenho uma aluna com paralisia cerebral, de 5 anos, que agora a pouco largou as fraldas, baba muito, não fala, apenas sinaliza e não caminha, s...

Ações com foco em populações vulneráveis garantem educação

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O Dia Nacional da Inclusão Social, celebrado em 10 de dezembro, foi criado na mesma data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Para garantir que um dos principais direitos, a educação, chegue a quem mais precisa, o MEC coloca em prática programas e ações que têm como foco o ensino aos jovens e adultos que ficaram fora da escola, indígenas, quilombolas e populações rurais de todo o país. Assegurar a matrícula é apenas o primeiro passo para manter essas pessoas na escola. “A inclusão social começa pela educação. A criança incluída desde a educação infantil vai ter muito mais condições de seguir na escola e manter sua trajetória”, observa a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), Ivana de Siqueira. Por isso, os programas e ações desenvolvidos pela Secadi vão além da formação continuada de professores: passam pela distribuição de materiais didáticos específicos para os diferent...