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Mostrando postagens com o rótulo Seminário integrador IV: evidência e argumentação

RUBEM ALVES

RUBEM ALVES Rubem Alves, a meu ver, foi um visionário, um apaixonado pela educação. Ele gostaria que na escola, as crianças aprendessem o que quisessem que os conhecimentos fossem significativos. Ao adentrar o mundo acadêmico, ele percebe que é impossível continuar pensando o mesmo que antes e precisamos assegurar que nossos alunos não desaprendam a arte do voo. ESCOLAS GAIOLAS Existem para que os pássaros desaprendam o voo. Os alunos são sob controle. ESCOLAS ASAS Não amam pássaros engaiolados, amam os em voo. Dão coragem para voar. Concordo quando ele fala que nossas crianças e adolescentes ficam violentas ao tentar lutar contra as gaiolas que os prendem. Fala que nós professores, também engaiolados, somos obrigados a ensinar a velha escola. Ele entende que é o corpo que quer aprender para viver e a inteligência é um instrumento do corpo. O autor se refere às “ferramentas” como os conhecimentos que nos permitem resolver os problemas do ...

O QUE É SER PROFESSOR?

 Será uma simples profissão, um destino? É difícil definir a importância do professor em uma só palavra. Além de educar, o professor tem seus problemas para resolver, sai cedo de casa, volta tarde, corre contra o relógio, tem stress, seus filhos, compromissos e angústias. Ser professor é fazer a diferença, formar alunos para a vida. De acordo com Henry Adams, " O professor se liga à eternidade. Ele nunca sabe quando cessa a sua influência."

Agressividade no ambiente escolar

Trabalho em uma escola que me faz refletir todos os dias nas motivações que levam os alunos a agirem de forma agressiva com seus pares e professores. Todos nós seres humanos temos impulsos agressivos. De acordo com Klein(1970), a criança começa bem cedo a vivenciar os conflitos. Trata-se de uma experiência dolorosa, marcada por tensão, angústia, culpa e medo. Percebo que as crianças que apresentam tendência anti-social, são aquelas que perderam a segurança em algo. Essa agressividade se transforma então em um pedido para que se resgate aquilo que se perdeu. Winnicott aponta a escola como o ambiente propício às manifestações agressivas, pois no seu seio familiar não encontrou continência aos seus impulsos e espera que a escola possa fazer este papel. E como nós educadores nos encaixamos nisto? Como mediar situações que perpassam os muros da escola? Penso que conhecer a história de vida dos nossos alunos seja uma boa estratégia, além de sermos depositários de sua confiança, mas n...