INCLUSÃO
Estamos permeados a todo instante em nossas escolas, de crianças com necessidades educativas especiais, muitas vezes sem um laudo que nos oriente a como trabalhar com elas, mas mesmo assim, elas estão lá, precisando de nosso olhar diferenciado e de um currículo adaptado. Nem sempre pensei assim, pois achava que todos precisavam de um lado, pois só assim se poderia trabalhar com esta criança. Ao fazer a interdisciplina de educação especial, pude me apropriar da teoria e refletir sobre este e outros aspectos que circundam esta questão.
Muito me chamou atenção este texto, pois através dele pude repensar minha escola e minhas atitudes enquanto ser humano e professora. O PPP da minha escola não é revisto há mais de 9 anos, e não contempla nada em relação aos alunos com necessidades especiais, pois eu penso que se tivéssemos revisto, ali poderia estar contido que os alunos não necessitam ter laudo para que tenhamos um olhar diferenciado para eles, e mesmo aqueles que possuem laudo, teriam direito de ter um profissional a mais em sala de aula, se no PPP, contemplasse a educação inclusiva. Temos em São Leopoldo, o NAPPI, que é um núcleo de atendimento especializado, que auxilia as escolas no atendimento de crianças e suas famílias, caso o professor verifique que este aluno precisa de uma intervenção mais especializada. É muito importante a interlocução clínico- escolar para que o aluno se desenvolva, porém cabe ressaltar que um laudo ou a falta dele, não deve definir o aluno.
https://moodle.ufrgs.br/mod/assign/view.php?id=1308623
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