INCLUSÃO ESCOLAR
Vivemos em um mundo onde a educação básica por mais que seja acessível a todos ainda passa por um processo de exclusão social. De acordo com a lei as crianças especiais devem estudar na escola regular, mas não é isso que acontece atualmente. Alunos especiais, por exemplo, dificilmente frequentam o ensino básico regular, pois são encaminhadas para APAES. Podemos atribuir a esta causa o despreparo profissional proveniente dos professores e sucessivamente a falta de informação que os mesmo têm e acabam negando o acesso de crianças deficientes no mesmo ambiente que as demais sem deficiência.
Não basta apenas matricular o aluno com necessidade especial, ele precisa aprender as disciplinas lecionadas no âmbito escolar e para isso acontecer é necessário uma equipe de profissionais preparados para que o ensino aconteça. Durante muito tempo essas crianças foram tratadas como doentes que precisavam de um atendimento médico e não de Educação, esse conceito antigo teve um “fim” a partir do direito de lei criado pela Constituição não só permitindo como obrigando a inclusão social dessas crianças em escolas regulares e não especiais.
É de extrema importância que alunos “normais” convivessem com portadores de alguma deficiência, pois só nesse meio elas poderão tornar-se adultos sem preconceito. A escola encontra-se diante desse desafio por não possuir profissionais qualificados parar exercer tal atividade. Uma criança especial na sala requer mais atenção do que as demais e raramente um professor dará conta de ensinar com a mesma precisão parar as demais.
Existem vários tipos de deficiência: auditiva, visual, física, mental e por mais que elas sejam diferentes têm algo em comum: são barreiras para o ensino regular. Não podemos continuar discriminando crianças portadoras de alguma deficiência, por que elas fazem parte da sociedade assim como as demais. Será que precisaremos manter escolas diferenciadas para essas crianças, ou seremos capazes de promover a inclusão de todos? Ir pelo caminho mais fácil ou pelo correto?

Comentários
Postar um comentário