Práticas psicomotoras

Não se trata de "superestimular"e sim de nos adaptarmos ao ritmo do bebê e sua personalidade, deixá-lo a vontade com o próprio corpo, e de acompanhar seu desenvolvimento. A criança deve ser estimulada na hora da troca, do banho, da comida, do brincar. Isso será possível se falarmos co ela, explicando o que se espera dela, pedindo sua participação, interferindo o mínimo possível, procurando não perturbar sua atividade espontânea.
Esta educação motora é um relevante fator de equilíbrio para a criança, pois acalma e lhe dá segurança. É preciso compreender e saber que as atividades motoras concorrem para o desenvolvimento do cérebro e são indispensáveis à organização do sistema nervoso. A ausência de estímulos acarreta a perda definitiva de funções inatas.
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Lévy Janine, o despertar do bebê, práticas de educação psicomotoras.

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